A comunicação institucional, também conhecida pelo termo “lobbying”, é necessária para a conceção de politicas públicas. Permite às empresas e aos cidadãos (sindicatos, ONG, etc.) de partilhar com os responsáveis públicos informações fiáveis sobre as implicações e as consequências dos dispositivos legislativos ou regulamentares em vigor ou em estado de discussão. Acreditamos que cada um deve ter a oportunidade de transmitir a sua posição e a sua analise aos decisores políticos, que têm o dever e o poder de encontrar o bom equilíbrio. No entanto, os riscos de deriva existem, e foram constatados em algumas ocasiões no passado. É por essa razão que o nosso consultório dotou-se de uma Politica de Ética, que cada um dos nossos consultores assinou no inicio da sua colaboração connosco.


Comprometemo-nos no exercício das nossas funções a:


  • Respeitar todas as disposições do código de conduta da associação europeia dos consultórios em assuntos públicos (EPACA, http://epaca.org/en/code-of-conduct/text-of-code/) à qual aderimos.
  • Recusar associarmo-nos a qualquer reflexão, abordagem ou iniciativa contraria às leis e regulamentos em vigor, tendo um carater ilícito ou relativo a uma atividade ilícita, ou suscetível de ser moralmente condenável.
  • Assinalar aos nossos clientes sobre um risco de conflito de interesses, seja no inicio da missão ou durante a missão se o risco aparecer no desenrolar de esta. Em todo o caso, recusar qualquer missão que poria a consultoria numa posição de ter que defender dois clientes com interesses concorrentes ou contrários.
  • Intervir apenas no Quadro dum mandato claro, estabelecido com o cliente e aprovado por este. Cada mandato refere-se à presente politica de ética.
  • Respeitar rigorosamente a confidencialidade de todas as informações transmitidas pelos nossos clientes.
  • Garantir que todos os nossos consultores não tenham nenhum mandato politico nacional ou europeu, emprego junto a um gabinete ministerial ou parlamentar, ou qualquer função publica a nível territorial, nacional ou europeu.
  • Declarar, nos contatos estabelecidos com os representantes dos poderes públicos, os interesses representados pelo nosso consultório e que motivam os contactos em questão.
  • Assegurar diretamente as missões para as quais fomos mandatados.
  • Garantir aos nossos clientes a independência dos nossos conselhos, sendo que o nosso consultório é propriedade integral dos membros associados que exercem a sua atividade.
  • Fornecer aos nossos clientes os padrões mais elevados de eficácia nas nossas práticas, como também uma informação de qualidade, fiável, honesta e rigorosa.